sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Este poderia ser um conto de Natal! Ou retratar a vida cíclica deste muito restrito grupo de "Seres Humanos" que na véspera de Natal atinge o seu pico de reflexão...

"24 de dezembro - O Pico da infelicidade do Altruísta"

Existem Seres Humanos, que são escriturados com letra grande.

Destinam todo o seu tempo as boas praticas, estimulando e apoiando os demais.

Indivíduos estes, face as suas características são impelidos para agir, acção esta:
  • Livre de preconceitos! 
  • Desprovidas de arbitrariedades! 
  • De pensamentos maldizentes!


Uma cruzada pelo bem-estar!

Posicionam-se em dias de nevoeiro, ou em outros dias escuros como o breu! Colocando-se em pontos altos iluminando e focalizando com uma luz de elevada intensidade os "Perigos" de uma caminhada em cabra-cega.

Por vezes criam ideias, espalham conceitos originais, fornecendo inputs necessários para as máquinas vivenciais arrancarem.

São estes "Seres" que se entregam!

Fornecem:
  • Arte e Engenho;
  • Saber;
  • E investimento.


E eis que chega a uma determinada época em que estes "Seres Humanos" são arrebatados por correntes de raciocínio, os chamados arrastões emocionais.

Chega o período de dar e receber!

Verificamos também nestes períodos uma ascendência dos ditados populares...
"Se queres perder um amigo, empresta-lhe dinheiro... Ou outra coisa qualquer"
"Quem faz bem! Merece mal.…"
“E seguintes”

É o momento dos inventários e balanços das nossas acções e dos outros.

A hora de duvidar das nossas linhas de orientação, ou da própria existência.

Em contra-ciclo e de forma inata procuram a robustez necessária para sobreviverem e fazerem os outros viver.

Porque estes "Seres" tem vida própria, e o sentido de vida que os rege, passa pelo seu elevado espírito altruísta.

Mas como HUMANOS, sucumbem por breves momentos, perante os VAMPIROS, perante os APROVEITADORES, os MANIPULADORES, perante os vendedores de banha da cobra….

_Eles não enganados?
_Não! apenas confiam....

Este poderia ser um conto de Natal! Ou retratar a vida cíclica deste muito restrito grupo de "Seres Humanos" que na véspera de Natal atinge o seu pico de reflexão...

_Será que vale a pena?

Esta eterna questão no final surge acompanhado, com uma forma de ser, uma forma de estar…!


“Quem faz o BEM! Sente-se BEM…"